Você já usa, mas sente que está raso
ChatGPT ou Gemini fazem parte do seu dia, só que os resultados vêm genéricos demais. Você quer entender por que isso acontece e como mudar.
Grupo de Estudos · ABRH/DF
Este é o grupo onde profissionais de Gestão de Pessoas param de assistir à transformação e passam a conduzi-la — saindo com um projeto de IA funcionando, construído no seu próprio RH.
Sem saber programar. Sem experiência prévia com IA.
O contexto agora
A IA já está redesenhando cargos, competências, estruturas de times e modelos de performance. Isso não é um projeto de TI: é uma transformação de pessoas. E está acontecendo com ou sem o RH na mesa.
Você já percebeu. Usa ChatGPT de vez em quando, salva uns prompts, assiste a uns vídeos. Mas no fundo sabe que copiar e colar prompt não é estratégia — e que quando a diretoria pedir um plano de IA para pessoas, não vai dar para improvisar.
Enquanto isso, alguém na sua empresa está aprendendo a construir. Se não for você, vai ser a TI decidindo sozinha como a IA trata as pessoas.
O risco real não é a IA substituir o RH. É o RH não estar na sala quando decidirem.dos líderes dizem que a organização precisa adotar IA em 12 a 24 mesesGartner
acreditam que o RH está preparado para essa adoçãoGartner
das organizações usam IA de forma sistemática em processos de RHDeloitte
Existe um caminho.E ele começa com um problema real do seu RH.
Não é um curso sobre IA. É um grupo onde você constrói a solução, com quem já fez isso dentro de uma multinacional — e com pares vivendo exatamente o mesmo momento que você.
Como você sai daqui
Cada bloco tem uma função na sua jornada. Nenhum encontro termina sem uma entrega tangível.
A diferença entre quem tira coisa boa da IA e quem tira lixo bonito não é a ferramenta: é saber estruturar o problema antes de abrir o chat.
Você para de improvisar
R&S, T&D, DP, People Analytics, Performance, Onboarding. Nos Labs você aplica ao processo que já é seu, com o problema que já te incomoda.
Você tem algo funcionando
Business case com números: tempo economizado, erros reduzidos, processos acelerados. A linguagem que a diretoria entende e aprova.
Você vira a referência
Você se reconhece?
ChatGPT ou Gemini fazem parte do seu dia, só que os resultados vêm genéricos demais. Você quer entender por que isso acontece e como mudar.
Sair do papel de usuário e entrar no de arquiteto: criar soluções reais de IA para os processos do seu RH.
Apresentar IA para a liderança exige argumento sólido, dado e business case. Você quer chegar com isso pronto.
Aprender em coletivo acelera. Aqui o erro é matéria-prima e o grupo puxa o aprendizado de todo mundo junto.
R&S, T&D, DP, People Analytics, Performance, Onboarding: o programa se molda ao seu terreno, não o contrário.
Ser a pessoa que o time procura quando o assunto é IA no RH — e ter o projeto para provar que entende de verdade.
Se você chegou até aqui e se reconheceu, a próxima pergunta é justa: como isso funciona na prática?
A estrutura
O que você leva embora
No fim do programa você não apresenta um resumo de aprendizados. Apresenta o que construiu.
Um agente, skill ou automação construído nos Labs e aplicado ao seu subsistema de RH. Documentado e pronto para apresentar à liderança.
Argumentos estruturados com dados: tempo economizado, erros reduzidos, processos acelerados. A linguagem que a liderança entende.
O método para estruturar qualquer problema de RH antes de escolher a ferramenta — documentado como ativo do time, não como conhecimento individual.
Certificado emitido pela ABRH/DF · Grupo de Estudos — Inteligência Artificial no RH
Quem conduz
FacilitadoraGrupo de Estudos
ABRH/DF · 2026
CHRO · Palestrante · Escritora
Facilitadora ABRH/DF
Daniela Velez é CHRO na Central IT, multinacional brasileira de tecnologia em negócios, onde lidera a transição do modelo tradicional de gestão de pessoas para um modelo de operação cognitiva, onde pessoas e agentes de IA atuam lado a lado para gerar resultados concretos.
Nem tudo foi fácil. Acompanhar a transição acelerada da empresa em todas as áreas exigiu muito, e no RH não foi diferente. Quando o presidente pediu que ela contribuísse com o desenvolvimento de um software de RH, Daniela descobriu que a própria área ainda estava no 1.0. Construiu a jornada do zero: criou agentes de IA próprios, reduziu SLAs e transformou governança de dados em protagonismo do RH.
Sua tese é clara: IA não tem nada de artificial e nada de inteligência — ela calcula, não pensa. Quanto mais IA entra nas empresas, mais o humano importa, não menos.
Dessa jornada nasceram duas metodologias proprietárias: People Intelligence, que integra dados, estatística e IA preditiva para orientar decisões estratégicas de pessoas com maior assertividade, e Contratação Estratégica com IA, que combina avaliações comportamentais e cognitivas com inteligência artificial para elevar a assertividade nas decisões de seleção com base em evidências.
Palestrante em eventos de RH, IA e Liderança. Autora de capítulo na série Mulheres no RH: Mentorias (lançamento 2026) com foco em IA aplicada ao RH na prática, e com lançamento iminente do livro People Intelligence pela Amazon, sobre a convicção de que a inteligência humana é e sempre será o centro do negócio e da gestão.
“O futuro do RH não será definido por quem domina a tecnologia, mas por quem lidera a transformação humana que ela exige.”
Antes de decidir
Diagnóstico em 1 minuto
Agora que você já sabe como o programa funciona: quatro perguntas para descobrir onde você está — e levar essa leitura pronta para a conversa.
Pergunta 01 / 04
Pergunta 02 / 04
Pergunta 03 / 04
Pergunta 04 / 04
Seu perfil
Abre o WhatsApp da Daniela com seu diagnóstico já escrito. Você só aperta enviar.
A decisão
A janela do RH está aberta hoje. Quem entrar agora vai estar construindo enquanto o mercado ainda discute. Quem esperar vai chegar quando as decisões já tiverem sido tomadas — por outra área.
Você não precisa saber programar. Precisa querer construir.
Cadastro em menos de 3 minutos. Avisamos você antes de qualquer divulgação pública — e a lista define a ordem.
Quero garantir meu lugar